Destaque
Cripto no portfólio: especialistas recomendam limite de exposição e rebalanceamento periódico
Participação moderada em ativos digitais ajuda a controlar volatilidade e disciplina de risco.
Destaque
Participação moderada em ativos digitais ajuda a controlar volatilidade e disciplina de risco.
Setores de utilidades e bancos mostram resiliência com menor estresse na curva de juros.
Famílias estruturam revisão de gastos por prioridade e melhoram taxa de poupança mensal.
Comparação de custos e tributação orienta escolha entre produto direto e fundo simples.
Investidores buscam empresas com caixa robusto e histórico de distribuição consistente.
Comunicação mais previsível ajuda ativos de risco e reduz prêmio no crédito corporativo.
Estratégia comercial fica mais sofisticada para proteger margens sem perder participação.
Correção técnica reduz excesso de alavancagem e abre debate sobre novo ponto de entrada.
Autoridade monetária sinaliza acompanhamento próximo de núcleos e expectativas longas.
Investidores buscam empresas com caixa robusto e histórico de distribuição consistente.
Perspectiva de demanda por metais melhora e impulsiona projeções para exportadoras.
Receitas de tarifas e seguros compensam parte da desaceleração do crédito para pessoa física.
Analistas revisam projeções para empresas de energia após dados operacionais mais robustos.
Participação moderada em ativos digitais ajuda a controlar volatilidade e disciplina de risco.
Correção técnica reduz excesso de alavancagem e abre debate sobre novo ponto de entrada.
Ecossistema de ativos digitais expande casos de uso e busca adoção institucional.
Com apetite institucional, ativos digitais voltam ao centro da carteira de risco global.
Setores de utilidades e bancos mostram resiliência com menor estresse na curva de juros.
Autoridade monetária sinaliza acompanhamento próximo de núcleos e expectativas longas.
Mercado monitora impacto das propostas na trajetória da dívida e no custo de financiamento.
Dados mostram diferença de ritmo entre famílias e companhias na contratação de empréstimos.
Famílias estruturam revisão de gastos por prioridade e melhoram taxa de poupança mensal.
Estratégia combina liquidez diária, diversificação e controle de custos para proteger o orçamento.
Com volatilidade doméstica, diversificação global volta ao centro das recomendações.
Modelo de orçamento compartilhado com contas separadas ganha espaço entre famílias jovens.
Comunicação mais previsível ajuda ativos de risco e reduz prêmio no crédito corporativo.
Movimento externo beneficia moedas de países exportadores, mas volatilidade segue elevada.
Investidores acompanham impacto em inflação de alimentos e margens de exportadoras.
Comunicação mais cautelosa do banco central americano mantém volatilidade em câmbio e Treasuries.
Estratégia comercial fica mais sofisticada para proteger margens sem perder participação.
Empresas mudam foco de crescimento a qualquer custo para geração consistente de caixa.
Fundamentos melhoram em regiões premium, enquanto segmentos periféricos ainda enfrentam ajuste.
Capex elevado para nuvem e chips reacende debate sobre retorno de longo prazo no setor.
Comparação de custos e tributação orienta escolha entre produto direto e fundo simples.
Redução de prêmio em vértices curtos aumenta interesse por travar taxas nominais.
CDBs e fundos DI aparecem como alternativa de liquidez para investidores conservadores.
Curva reduz inclinação em alguns vértices e estratégia de duration volta ao radar.