IPCA sobe 0,88% em março com pressão de alimentos e combustíveis
Inflação oficial acelerou em março, puxada por gasolina e alimentação no domicílio, e manteve o tema dos juros no centro do debate econômico.
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Inflação oficial acelerou em março, puxada por gasolina e alimentação no domicílio, e manteve o tema dos juros no centro do debate econômico.
A busca por informações sobre o concurso 2992 da Mega-Sena recolocou no centro do debate uma comparação típica de períodos de juros elevados: como poupança e Tesouro Selic se comportam quando grandes valores precisam ser preservados com liquidez.
Com Selic em 14,75%, títulos públicos seguem no centro da alocação e investidor compara prêmio real com risco de marcação a mercado.
Movimento de ontem e hoje mostra que redução da Selic não eliminou o efeito do risco externo sobre bolsa, dólar e juros futuros.
Interesse renovado pela Selic reforça o papel dos juros na precificação do crédito, da renda fixa e dos ativos domésticos.
Comparação de custos e tributação orienta escolha entre produto direto e fundo simples.
Autoridade monetária sinaliza acompanhamento próximo de núcleos e expectativas longas.
Redução de prêmio em vértices curtos aumenta interesse por travar taxas nominais.
CDBs e fundos DI aparecem como alternativa de liquidez para investidores conservadores.
Mercado monitora impacto das propostas na trajetória da dívida e no custo de financiamento.